quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

TERMINOU O MÊS DE JANEIRO

salamandra com o lume aceso

Terminou o mês de Janeiro,
Do calendário ele é o primeiro,
o seu frio é mesmo a valer!
mas temos a lareira para aquecer!
 
Tem chuva e neve  abundante
mas tudo é encantador!
na Natureza deslumbrante
Tudo tem o seu valor!
 
Gracinda Tavares Dias



 

ANCIÃS A PINTAR

Idosos de uma Instituição a pintar

Estas utentes ao pintar,
estão tão concentradas,
que devem estar a gostar,
por estarem  ocupadas!

Gracinda Tavares Dias




 

TRADIÇÕES CULTURAIS

Carteira onde se sentavam dois antigos alunos
Ardósia com lápis de pedra onde escreviam
Tinteiro onde molhavam a caneta de aparo

Que linda era a carteira
onde nos sentavamos,
na Escola da Chaveira
e,  muito estimavamos!
 
A pedra era para escrever
podendo sempre apagar
e, assim permitir aprender
sem algum dinheiro gastar.
 
Para mais economizar
Usavamos os tinteiros
e, para poder brincar
havia costumes pioneiros!
 
Ao eixo, à cabra-cega, ao lenço
Ao ringue, ao senhor barqueiro
Brincadeiras que eu penso
serem engraçadas e sem dinheiro!
 
Eram tempos de amargura
mas  também bem felizes
Não havia grande fartura
mas, eram alegres os petizes!
 
Gracinda Tavares Dias

 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

TRABALHOS ARTESANAIS EM EXECUÇÃO

Linda toalha de mesa em linho, com picô e ponto cadeia
Autora: Maria de Carmo Delgado da Chaveira


 
linda toalha em linho, com renda e ponto de grelhão (em execução)
Autora do trabalho artesanal: Elisabete Mateus de Cardigos
                                 Bordado de Castelo Branco (em execução no grupo "PEAC"
Autora: Celestina Mata da Chaveira de Cardigos

sábado, 26 de janeiro de 2013

VAIDADE

Igreja Matriz de Vilar Formoso
Óleo sobre tela
A vaidade  é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.
Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja aos outros. Um ser humano invejoso, por sua vez, identifica com bastante facilidade um ser humano vaidoso, pois os dois vicios complementam-se, e um é objeto do outro.
O que pelas lentes de alguns é asseio, glamour, fantasia, amor ao belo ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (ou parecer) vaidade.

ORGULHO NOS DOIS SENTIDOS

Título: três ramos de rosinhas
Técnica: Lavagem e secagem de escamas de peixe, recorte e colagem formando desenhos
Material: escamas de peixe, fio prateado, cola, placa, papel de veludo, tesoura
Local: PEAC
Data:2012
Autora: Gracinda Tavares Dias

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva como negativa dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio.
Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo. Ele deve existir, como forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir e conseguir uma evolução individual, rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, sendo visto apenas então como uma emoção negativa: a Arrogância.
Outras pessoas classificam o orgulho como exagerado quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando os próprios valores são superestimados, acreditando ser melhor ou mais importante do que os outros. Isso  aplica-se tanto a si próprio quanto ao próximo, embora socialmente uma pessoa que tenha orgulho pelos outros é geralmente vista no sentido da realização e é associada como uma atitude altruísta, enquanto o orgulho por si mesmo costuma ser associado ao sentimento de capacidade e egoísmo.

 Religião

Para o Cristianismo, o orgulho, conhecido como Soberba, é um dos Sete pecados capitais.
Para o pensador A. Lisounenko, o orgulho próprio é um factor determinante na caminhada para o sucesso no âmbito familiar e profissional. Não é errado você se admirar e demonstrar publicamente este sentimento. O orgulho para muitos é um sentimento de fraqueza, de necessidade de auto afirmação, o que para Lisounenko está errado. Lisounenko diz que o orgulho é a confirmação natural dos nossos sentimentos, das nossas conquistas e alegrias, ou seja, um sentimento positivo e bom, para consigo e com o próximo.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

TRABALHOS INTERESSANTES

Flores de lã com pérola para pôr no cabelo ou na roupa
autoria de: Etelvina Marques
Porta-chaves de trapilho de uma criança
Lindo pano de mesa com bordado de ponto de cruz e franja de macramé
 da autoria de : Elisabete Mateus
 
jarrão com flores em ponto de Arraiolos da autoria de: Gracinda Tavares Dias
 
Todo este Artesanato foi executado em grupo de trabalho e lazer

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

PESSOAS SENSÍVEIS

Arte em ladrilho que fotografei de uma exposição e que publico para ilustrar a sensibilidade



As pessoas sensíveis são especiais. Possuem uma aptidão diferente da maioria: conseguem sentir todos os matizes e todas as variações de cores e afetos, enquanto que a maioria apenas distingue o preto do branco. São as pessoas sensíveis aquelas que vêem uma papoila a caminho de casa, que saboreiam os pequenos prazeres como grandes milagres da vida. Também são aquelas que mais se entristecem com os atrocidades de todos os dias, que choram com o sofrimento dos mais fracos. São as pessoas sensíveis que conseguem eternizar tanto a Beleza como o Horror porque não esquecem, nunca se esquecem…

sábado, 12 de janeiro de 2013

MAIS UM POEMA DO ADEUS A OUTRO AMIGO


Pôr do Sol
Pastel sobre papel cançon
de: Gracinda Dias


A um amigo querido  da Chaveira e Chaveirinha


O Fernando André
 
deixou muito novo
a terra que o viu nascer
e deste nosso povo,
foi um amigo a valer!

Fez parte da direção
dos caçadores da freguesia
e, sempre com dedicação,
trabalhando com alegria.

Os chaveirenses recordar-te-ão
Com muita saudade
e, sempre com afeição
e muita amizade.

Gostavas da tua terra natal
que ajudaste a desenvolver
e com ternura fraternal
não te iremos esquecer.

Por: Gracinda Tavares Dias




POEMA DO ADEUS A UM AMIGO DA CHAVEIRA DE CARDIGOS

                                                                  






Foto de: Gracinda Tavares Dias
Pôr do sol visto do recinto da Escola da Chaveira








ADEUS A UM AMIGO QUERIDO DA CHAVEIRA E CHAVEIRINHA



JOÃO da Venda!


Mereces um poema
do fundo do coração,
por tanto bem fazer
na terra da tua criação,
que sempre foi de eleição
e tratada com dedicação!


João da Venda!

A gente da tua Chaveira
agradece ardentemente
a tua divulgação
das tradições culturais
que sempre te entusiasmaram
e a muitos admiraram!

João da Venda!

O teu desempenho
com todo o engenho
utilizando o teu talento
com todo o alento
ao serviço dos irmãos
a todos dando as mãos
na alegria de partilhar
 e a sua terra divulgar!

João da Venda!

Tiveste papel importante
na nossa Associação
e com astúcia deslumbrante
e toda a animação
nas festas participaste
e muito ajudaste
na obra existente.
O teu nome perdurará
Mesmo estando tu ausente
Este povo não te esquecerá!

João da Venda!

Viverás para sempre!
Parabéns pelo testemunho!
Os conterrâneos estarão contigo
e que descanses em paz!


29 de Dezembro de 2012

Gracinda Tavares Dias






























 







 



































 


 
















 



JANEIRO DE 2013 COM UMA NATUREZA MORTA

Título: cesta com frutos
Técnica: Óleo sobre tela
Data: 1998
Local: Escola de Pintura de Fuentes de Oñoro (Espanha)
Autora: Gracinda Dias

Nota: Este quadro já foi oferecido a um afilhado

Janeiro é o primeiro mês do ano nos calendário juliano e gregoriano. É composto por 31 dias. O nome provém do latim Ianuarius, décimo-primeiro mês do calendário de Numa Pompílio, o qual era uma homenagem a Jano, deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o futuro. Júlio César estabeleceu que o ano deveria começar na primeira lua nova após o solstício de inverno, que no hemisfério norte era a 21 de dezembro, a partir do ano 709 romano (45 a.C.). Nessa ocasião o início do ano ocorreu oito dias após o solstício. Posteriormente o início do ano foi alterado para onze dias após o solstício.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

MAIS UMA ÁRVORE DA VIDA

Bordado de Castelo Branco com a assinatura de Gracinda Dias
Com este bordado desejo a todos os amigos, seguidores e simpatizantes deste blog um Ano Novo de 2013 repleto das maires Felicidades. Obrigada a todos pelo vosso apoio.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

DIA MUNDIAL DA PAZ



Que lindo seria, a paz em todo o Mundo!

O Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de Dia da Paz foi criado pelo Papa Paulo VI, com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 1967, para que o primeiro fosse celebrado sempre no primeiro dia do ano civil (1 de janeiro), a partir de 1968, coisa que acontece até hoje.
Dizia o Papa Paulo VI em sua primeira mensagem para este dia: "Dirigimo-nos a todos os homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no primeiro dia do ano civil, 1 de Janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".
A proposta de dedicar à Paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da Paz, como se se tratasse de uma iniciativa sua própria ; que ela se exprimisse livremente, por todos aqueles modos que mais estivessem a caráter e mais de acordo com a índole particular de quantos avaliam bem, como é bela e importante ao mesmo tempo, a consonância de todas as vozes do mundo, consonância na harmonia, feita da variedade da humanidade moderna, no exaltar este bem primário que é a Paz.
Completava ainda o Papa Paulo VI: "A Igreja católica, com intenção de servir e de dar exemplo, pretende simplesmente lançar a idéia, com a esperança de que ela venha não só a receber o mais amplo consenso no mundo civil, mas que também encontre por toda a parte muitos promotores, a um tempo avisados e audazes, para poderem imprimir ao Dia da Paz, a celebrar-se nas calendas de cada novo ano, caráter sincero e forte, de uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo um devir mais feliz, ordenado e civil".