Expressar os sentimentos mais profundos, através da pintura , poesia e outras formas de arte.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
CARAPAUS FRITOS EM MOLHO DE ESCABECHE
| Foto dos meus carapaus, em molho de escabeche, confecionado por mim |
Ingredientes:
1 kg de carapaus médios
2 cebolas
6 dentes de alho
1,5 dl de azeite
1 ou 2 cebolas
1 folha de louro
1 colher (chá) de colorau
4 colheres (sopa) de vinagre
Farinha
Sal grosso e óleo
6 dentes de alho
1,5 dl de azeite
1 ou 2 cebolas
1 folha de louro
1 colher (chá) de colorau
4 colheres (sopa) de vinagre
Farinha
Sal grosso e óleo
Preparação:
Arranje os carapaus e lave-os com água fria. Deixe-os escorrer. Depois de bem escorridos coloque-os numa travessa e tempere-os com sal grosso. Deixe-os repousar durante cerca de 2 horas. Depois de estarem todo este tempo a apurar passe-os por farinha e frite-os em óleo bem quente.
Entretanto para o molho escabeche corte duas cebolas às tiras e alho a gosto também às rodelas. Coloque numa frigideira 1,5 dl de azeite virgem, e adicione a cebola, os alhos, uma folha de louro e 1 colher de chá de colorau. Deixe cozinhar em lume brando até notar que a cebola está bem cozida. Junte 4 colheres de sopa de vinagre de vinho e mexa bem.
Coloque depois este molho bem quente nos carapaus já fritos. Acompanhe esta receita com batata cozida e cenourinhas 'baby'.
Entretanto para o molho escabeche corte duas cebolas às tiras e alho a gosto também às rodelas. Coloque numa frigideira 1,5 dl de azeite virgem, e adicione a cebola, os alhos, uma folha de louro e 1 colher de chá de colorau. Deixe cozinhar em lume brando até notar que a cebola está bem cozida. Junte 4 colheres de sopa de vinagre de vinho e mexa bem.
Coloque depois este molho bem quente nos carapaus já fritos. Acompanhe esta receita com batata cozida e cenourinhas 'baby'.
Observações:
O molho escabeche é originário de Espanha muito popular igualmente nos países do Norte de África, Itália, Bélgica e no Chile. O escabeche só fica verdadeiramente apurado com 24 horas de duração. É verdade, esta espécie de marinada de cebola pode conservar os alimentos durante uma semana!
terça-feira, 21 de maio de 2013
FESTA DE PENTECOSTES EM CARDIGOS DE MAÇÃO
| Em Cardigos de Mação todos os anos se festeja o Pentecostes com tabuleiros de fogaças para leiloar e com o andor da imagem do Divino Espírito Santo, na Procissão |
Pentecostes"o quinquagésimo dia") é uma das celebrações importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. O Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no sétimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus. Isto porque ele ficou quarenta dias após a ressurreição dando os últimos ensinamentos a seus discípulos, somando aos três dias em que ficou na sepultura somam quarenta e três dias, para os cinquenta dias que se completam da páscoa até o último dia da grande festa de Pentecostes, sobram sete dias; e foram estes os dias em que os discípulos permaneceram no cenáculo até a descida do Espírito Santo no dia de Pentencostes.
Pentecostes é histórica e simbolicamente ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez mandamentos no Monte Sinai cinquenta dias depois do Êxodo. Para os cristāos, o Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Cristo, através do dom de línguas, como descrito no Novo Testamento, durante aquela celebração judaica do quinquagésimo dia em Jerusalém. Por esta razão o dia de Pentecostes é, às vezes, considerado o dia do nascimento da igreja. O movimento pentecostal tem seu nome derivado desse evento
O DIA DA ESPIGA
![]() |
| espiga |
A Quinta-feira da Ascensão (ou Ascensão de Jesus) é um feriado cristão 40 dias após a Páscoa. Em vários países cristãos este dia é um feriado oficial. Como a Páscoaé a Quinta-feira da Ascensão e um feriado móvel. No ano 2013 o feriado cai no dia 9 de Maio 2013.
O Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga é uma celebração portuguesa que ocorre no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.
As várias plantas que compõem a espiga têm um valor simbólico profano e um valor religioso.
Crê-se que esta celebração tenha origem nas antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.
A simbologia por detrás das plantas que formam o ramo de espiga:
terça-feira, 30 de abril de 2013
S. JOSÉ OPERÁRIO PROTETOR DO TRABALHADOR
S. José operário, protetor dos trabalhadores, em 1 de Maio
José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judeia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja Católica Romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
POEMA AO TRABALHADOR
| tìtulo: trabalhadores do campo Técnica: óleo sobre tela Inspiração: Van Gogh Local: Escola de Pintura de Fuentes de Oñoro (Espanha) |
Trabalhador,
O teu dia internacional
De Maio, é o primeiro
e, num belo ideal
deve ser bem ordeiro!
Trabalhador,
Lutas por um trabalho digno
Consagrado na Constituição.
Deus te proteja nessa vida
Com toda a estimação!
Trabalhador,
Deves desempenhar
com amor e dedicação
a tua nobre profissão
com gosto, a trabalhar.
Trabalhador,
Mereces condições de trabalho
para mais justiça e dignidade
mas cumpre bem os deveres
para nos direitos haver igualdade.
Trabalhador,
Parabéns, pelo teu dia!
Aproveita esse prazer
com muita alegria
nesse dia de lazer!
Gracinda Tavares Dias
1.º DOMINGO DE MAIO, DIA DA MÃE poema
quinta-feira, 25 de abril de 2013
MUSEU DA CORTIÇA DE PORTALEGRE
O tarro transportava a comida do pastor, que trabalhava de sol a sol. A comida confeccionada logo de manhã (à hora do almoço), era guardada dentro do tarro para retemperar as forças à hora do jantar (ao meio dia). A vida do pastor era dura e a alimentação do pastor era parca, quase sempre à base de pão. A maior parte das vezes a refeição transportada era constituída por migas, cozinhadas com pão duro, pois é sabido que: “Pão mole depressa se engole” e “A pão duro, dente agudo”, bem como “Antes pão duro que figo maduro” e “É bom o pão duro, quando não há nenhum”. De resto: “Tudo com pão, faz o homem são”.
Fundação Robinson em Portalegre
Recentemente foi criada a Fundação Robinson, que
"pretende manter os 7 hectares que possui e usá-los para acolher as
instituições culturais da cidade desde o teatro ao rancho folclórico, manter a
memória coletiva, preservar e mostrar o seu riquíssimo património arqueológico,
único no mundo".
Atualmente é possível visitar o museu da cortiça de Portalegre, integrado no emblemático local da fábrica, que procura salvaguardar a sua memória contendo documentos, máquinas e produtos desde a sua fundação. Não deixem de o visitar!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
CASA MUSEU JOSÉ RÉGIO DE PORTALEGRE
Museu José Régio
HISTORIAL
A Casa-Museu José Régio em Portalegre foi instalada naquela
que foi a habitação de José Régio durante 34 anos.
Quando José Régio foi colocado no Liceu Mouzinho da
Silveira, em Portalegre, na casa funcionava uma pensão, onde se hospedou.
Data dos finais do século XVII e terá sido um anexo do
convento de S. Brás, do qual ainda existem alguns vestígios, nomeadamente da
capela. Também serviu como quartel-general aquando das guerras peninsulares e
muito mais tarde pensão 21.
José Régio alugou um
humilde quarto e à medida que a necessidade de espaço aumentava com a ampliação
constante da sua colecção, ia alugando as outras dependências da casa, até que
se transformou em hóspede único.
Em 1965 vende a sua colecção à Câmara Municipal de
Portalegre com a condição desta adquirir a casa, restaurar e transformar em
Museu. Ficaria com o usufruto e só à sua morte este passaria para a Câmara. Tal
não aconteceu, pois José Régio morre a 22 de Dezembro de 1969 e o Museu só veio
a abrir a 23 de Maio de 1971.
COLECÇÕES
As colecções estão distribuídas por 17 salas de exposição
permanente e por uma sala de reservas, em dois pisos.
COLECÇÕES EXPOSTAS:
- escultura
- pintura
- faiança
- mobiliário
- metais
- têxteis
- registos
RESERVA:
- escultura
- faiança
- numismática/medalhística
- registos
- trabalhos pastoris (marcadores de pão e bolos, cornas,
polvorinhos, chavelhas e colheres)
- Ferros forjados
Além deste espólio, a Casa-Museu possui um variado acervo
literário dividido entre a própria casa, as reservas e o centro de estudos.
Este espólio resultou do gosto, de José Régio, pelas
antiguidades pelo coleccionismo que segundo diz, nasceu-lhe cedo por influência
do seu avô. Mas foi no Alentejo que se ampliou e desenvolveu. A região era
fértil e rapidamente se espalhou que havia um professor de Liceu que gostava e
comprava coisas velhas. Começou por ser um passatempo, uma mania, mas depressa
se transforma numa actividade regular, num vício.
Compra, vende e troca. Tinha épocas. A dos pratos: os
"ratinhos" - uma faiança popular de Coimbra, trazida por migrantes
que vinham ceifar ao Alentejo e no final das fegas os trocavam por roupas e
tecidos, os de Estremoz, de Miragaia, de Fervença...
Os estanhos, os cobres, e na cozinha os ferros forjados e
outras curiosidades do artesanato alentejano - marcadores de pão e bolos, as
pintadeiras, dedeiras ou canudos e os trabalhos em chifre como as cornas e os
polvorinhos.
E não podemos deixar de referir a colecção de arte sacra. Os
Cristos, a sua grande colecção, nas mais diversas apresentações e
representações são, essencialmente, em madeira e de arte popular. Feitos por
quem tinha um certo jeito, faziam parte do enxoval das noivas, em tempos idos
no Alentejo!
terça-feira, 23 de abril de 2013
MUSEU DA TAPEÇARIA DE PORTALEGRE
É um museu, projetado pelo gabinete de arquitetura Arquiespaço - Arquitetura e Planeamento, lda. da autoria do arq. Fernando Sequeira Mendes, especificamente dedicado à apresentação, conservação e estudo de uma parcela fundamental do património artístico nacional representado pelas Tapeçarias de Portalegre. Para a sua constituição foi imprescindível o apoio do Instituto Português de Museus e a colaboração da Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que contribuiu, para a constituição do museu, com o depósito de um conjunto significativo de colecções.
Ao atribuir ao Museu de Tapeçarias de Portalegre o nome de Guy Fino pretendeu-se prestar a justa homenagem ao homem que definitivamente integrou Portugal na lista dos grandes produtores internacionais de Tapeçaria.
Guy Fino tinha um profundo conhecimento da Indústria de Lanifícios que, aliado a uma enorme capacidade de captação de artistas para a experiência da tapeçaria moderna, foi um dado precioso no desenvolvimento do projecto das Tapeçarias de Portalegre. Essa tarefa terá sido facilitada, certamente, pelas possibilidades plásticas decorrentes do desenvolvimento do ponto de Portalegre, criado por Manuel do Carmo Peixeiro, que confere a estas tapeçarias extraordinária capacidade de expressão e uma total fiabilidade na interpretação do desenho. Manuel do Carmo Peixeiro foi aliás outra das figuras preponderantes na fase inicial desta indústria/arte, pois que, para além de "inventor" do ponto, trabalhou muito com os irmãos Fino, e com Guy Fino em particular, nos contactos iniciais com artistas no âmbito da produção das primeiras tapeçarias, projecto a que dedicou sempre uma enorme dedicação e interesse, mesmo após ter deixado de participar na sociedade que lançou o projecto.
O Museu dispõe, para além das áreas de exposição permanente, de uma Galeria de Exposições Temporárias e de um Auditório com capacidade para 150 pessoas. A Cafetaria, o Foyer e o Jardim são espaços complementares de fruição pública, com capacidade de adaptação a diversas actividades de carácter lúdico e cultural.
O Museu da Tapeçaria de Portalegre, para além da sua componente histórica, é acima de tudo um Museu de arte contemporânea, constituído a partir de uma colecção base, que vai crescendo e acompanhando os movimentos artísticos contemporâneos que continuam a exprimir-se na Tapeçaria.
Exposição
O Museu encontra-se dividido em dois núcleos distintos; no primeiro, correspondente ao piso térreo, apresenta-se a componente histórica relativa à Manufactura de Tapeçarias de Portalegre bem como os processos técnicos de execução da tapeçaria de Portalegre, enquanto que o segundo núcleo, no piso 1, é dedicado á apresentação exclusiva de obras de tapeçaria, tentando seguir, tanto quanto possível, uma linha cronológica que acompanha o desenvolvimento desta arte, desde o seu nascimento em Portalegre, em finais dos anos 40 do século XX, até à actualidade.
Assim, podem ser vistas obras de uma grande variedade de autores, nacionais e estrangeiros que têm feito tapeçaria em Portalegre, de entre os quais destacamos Almada Negreiros, Guilherme Camarinha, Maria Keil, Júlio Pomar, Vieira da Silva, Maria Velez, Costa Pinheiro, Sá Nogueira, Lurdes de Castro, Eduardo Nery, Menez, Graça Morais, José de Guimarães ou ainda Jean Lurçat e Le Corbusier, entre muitos outros.
O número de artistas envolvidos na tapeçaria de Portalegre levou-nos a optar por um programa museológico que obedece à necessidade de circulação das obras. Daí que a colecção de tapeçarias não seja uma colecção permanente podendo o público encontrar sempre novos motivos de interesse em cada visita ao museu.
sábado, 20 de abril de 2013
SAUDADES
Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colónia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia.
Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".
No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro retamente ligada à tradição marítima lusitana.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
HISTÓRIA DO DIA DAS MENTIRAS
| Carnaval do Miguel no colégio em 2013, com 8anos, no 3.º ano |
Há muitas explicações para o 1.º de abril se ter transformado no dia da mentira, também conhecido como dia das mentiras, dia das petas, dia dos tolos (de abril) ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu em França . Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março , data que marcava a chegada da primavera . As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como "Dia dos Tolos (de abril)"; na Itália e na França ele é chamado, literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efémera, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
DIFERENÇA ENTRE POESIA E POEMA
| Título: girassol Técnica: Pintura no gesso GTD |
Fortemente relacionado com a música, beleza e arte, o poema tem as suas raízes históricas nas letras de acompanhamento de peças musicais. Até a Idade Média, os poemas eram cantados. Só depois o texto foi separado do acompanhamento musical. Tal como na música, o ritmo tem uma grande importância.
Um poema também faz parte de um sarau (reuniões em casas particulares para expressar artes, canções, poemas, poesias etc).
- Poema: obra em verso em que há poesia.
- Poesia: Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugerir emoções por meio de uma linguagem.
História
Na Grécia Antiga o poema foi a forma predominante de literatura. Os três gêneros (lírico, dramático e épico) eram escritos em forma de poesia. A narrativa, entretanto, foi tomando importância, ficando a poesia mais relacionada com o gênero lírico.A poesia tinha uma forma fixa: seus versos eram metrificados, isto é, observavam os acentos, a contagem silábica, o ritmo e as rimas. A contagem silábica dos versos foi sempre muito valorizada até o início do século XX quando a obra que não se encaixasse nas normas de metrificação não era considerada poesia. Isto mudou com a influência do Modernismo- movimento cultural, surgido na Europa que buscava ruptura com o classicismo. Atualmente o ritmo dos versos foi liberado e temos os chamados "versos livres" que não seguem nenhuma métrica.
terça-feira, 16 de abril de 2013
DIA MUNDIAL DA VOZ EM 16 DE ABRIL DE 2013
Hoje é o Dia Mundial da voz
Devemos festejar e admirar
As vozes que são importantes
para todos nós.
A voz é para estimar.
A voz,
precisa rastreio
para ver se tudo está bem
e, por este meio
saberemos o que convém.
A voz,
é deveras imprescendível
... para ser menosprezada
Sobretudo, pelos profissionais
que vivem dela,
deve ser bem tratada.
Devemos festejar e admirar
As vozes que são importantes
para todos nós.
A voz é para estimar.
A voz,
precisa rastreio
para ver se tudo está bem
e, por este meio
saberemos o que convém.
A voz,
é deveras imprescendível
... para ser menosprezada
Sobretudo, pelos profissionais
que vivem dela,
deve ser bem tratada.
A voz!
É precisa para comunicar
e para animar!
É precisa para comunicar
e para animar!
e, sem ela como viver?
a voz é dinâmica
Não a elevemos demasiado
para a proteger.
A voz,
para cantores
para professores
e outros comunicadores
que vivem apenas
da sua voz
é maravilhosa
a voz é dinâmica
Não a elevemos demasiado
para a proteger.
A voz,
para cantores
para professores
e outros comunicadores
que vivem apenas
da sua voz
é maravilhosa
e bem harmoniosa!
A voz,
A voz,
para mais a cuidar
é necessário
beber muita água
para hidratar a voz
Usar o microfone
para proteger
a sua bela voz
não fumar
para evitar
a doença da voz
Usar o microfone
para proteger
a sua bela voz
não fumar
para evitar
a doença da voz
Proteger as cordas vocais
evitando o frio
e outras coisas mais.
G.T.D.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
LINDA MENSAGEM PARA REFLETIR
quinta-feira, 11 de abril de 2013
JANTAR ANUAL DE DOIS GRUPOS DE ESCOLAS EM INTERCÃMBIO
sábado, 30 de março de 2013
LENDA DO FOLAR DA PÁSCOA
![]() |
| Violetas que os afilhados davam às madrinhas no Domingo de Ramos e elas davam o folar no Domingo de Páscoa |
LENDA DO FOLAR DA PÁSCOA
Segundo a lenda, uma rapariga, de seu nome Mariana, que pretendia casar cedo rezou fervorosamente a Santa Catarina para que lhe concedesse a realização desse seu desejo. A santa ouviu-a e fez-lhe chegar dois pretendentes. Ambos eram jovens e atraentes, mas um era um fidalgo rico e o outro, um lavrador pobre. Tornou, por isso, a jovem a rezar a Santa Catarina, pedindo-lhe que a ajudasse a fazer a escolha certa. Enquanto rezava, apareceu-lhe à porta o lavrador pobre a pedir-lhe uma resposta até ao Domingo de Ramos que estava já próxima. Pouco depois, surgiu o fidalgo rico com idêntico pedido.
Chegado o Domingo de Ramos, veio uma vizinha avisar a jovem de que ambos os pretendentes se tinham encontrado a caminho de sua casa e, tomando-se de razões, começaram a lutar violentamente. A jovem acorreu ao sítio onde ambos se engalfinhavam e, depois de pedir o auxílio da santa, exclamou “Amaro”, o nome do lavrador pobre, fazendo recair a escolha sobre ele e aprazando-se o casamento para o domingo de Páscoa.
Andava a jovem atormentada, porque a avisaram que o fidalgo jurara aparecer no dia do casamento para matar o noivo. Por isso, na véspera do Domingo de Páscoa, tornou a rezar a Santa Catarina, que lhe apareceu a sorrir, apaziguando-a. Em ação de graças, no Domingo, foi à igreja pôr um ramo de flores no altar da santa. Ao regressar a casa, viu em cima da mesa um grande bolo, com ovos inteiros ao centro e enfeitado com as flores que ela ofertara à santa. Entretanto, também Amaro recebera um bolo idêntico. Pensaram que teria sido oferta do fidalgo e foram agradecer-lhe. Porém, também este tinha recebido um bolo semelhante. Concluíram que era um prodígio de Santa Catarina, com o objetivo de os apaziguar e trazer a concórdia num dia que devia ser de felicidade.
Dado que era enfeitado com flores, inicialmente, o bolo chamava-se “folore”, devido às flores que o adornavam, passando com o tempo a chamar-se folar e mantendo a tradicional simbologia de sinal de reconciliação. Por altura da Páscoa, era costume, o afilhado levar um ramo de violetas à madrinha de batismo que, em troca, lhe oferecia um folar.
Andava a jovem atormentada, porque a avisaram que o fidalgo jurara aparecer no dia do casamento para matar o noivo. Por isso, na véspera do Domingo de Páscoa, tornou a rezar a Santa Catarina, que lhe apareceu a sorrir, apaziguando-a. Em ação de graças, no Domingo, foi à igreja pôr um ramo de flores no altar da santa. Ao regressar a casa, viu em cima da mesa um grande bolo, com ovos inteiros ao centro e enfeitado com as flores que ela ofertara à santa. Entretanto, também Amaro recebera um bolo idêntico. Pensaram que teria sido oferta do fidalgo e foram agradecer-lhe. Porém, também este tinha recebido um bolo semelhante. Concluíram que era um prodígio de Santa Catarina, com o objetivo de os apaziguar e trazer a concórdia num dia que devia ser de felicidade.
Dado que era enfeitado com flores, inicialmente, o bolo chamava-se “folore”, devido às flores que o adornavam, passando com o tempo a chamar-se folar e mantendo a tradicional simbologia de sinal de reconciliação. Por altura da Páscoa, era costume, o afilhado levar um ramo de violetas à madrinha de batismo que, em troca, lhe oferecia um folar.
Transmitida por utentes da Misericórdia de Cardigos
sexta-feira, 29 de março de 2013
RECEITA DE UM FOLAR PASCAL
RECEITA DE UM FOLAR PASCAL
2 ovos cozidos.
7 ovos caseiros.
50gr de fermento de padeiro.
150 ml de leite morno.
750 gr de farinha.
Metade de um pacote de margarina (125 gr) cortada em pedaços.
200gr de açúcar amarelo.
Canela em pó q.b
Erva doce q.b
Umas gotinhas de essência de baunilha.
1 ovo para pincelar.
4 colheres de sopa de mel.
1 pitada de sal grosso.
2 ovos cozidos.
Junte a farinha com o fermento dissolvido no leite. Amasse bem e deixe a massa levedar até duplicar de tamanho. À parte junte o açúcar com o mel e a manteiga, junte esta mistura à massa. Vá adicionando um ovo de cada vez e amasse, outro ovo e amasse. Junte o sal, a canela, a erva doce, a essência de baunilha. Amasse de fora para dentro insistentemente e batendo com a massa com força. Depois de estar bem amassada, desenhe uma cruz na massa e deixe a massa descansar novamente, para levedar, tape com um pano, para aumentar de volume, fica a levedar durante hora e meia. Depois retira uma pequena quantidade de massa e faz quatro tiras de massa, reserve. Faça duas bolas com a restante massa e achata-as. Coloca um ovo no centro de cada bola , cobre-os com as tiras de massa que reservou. Deixa descansar mais um quarto de hora. Pincele os folares com o ovo batido. Unte um tabuleiro com margarina e polvilhe com farinha. Ponha os folares no tabuleiro. Leve ao forno a 180º, durante cerca de 40 minutos. Depois de prontos, pincele-os com mel derretido
POEMA NA PÁSCOA DE 2013
A TRADIÇÃO DO COZER DO PÃO
Título: o pão
óleo sobre tela de Gracinda tavares Dias
espigas de milho para pão
O COZER DO PÃO
Nos
vários fornos da aldeia,
Toda
a gente cozia o pão.
Quem
não tinha o forno, pedia
Entendendo-se,
com união.
As
mulheres é que se encarregavam
Da cozedura do pão, desta maneira:
Misturavam
à farinha, água, sal e fermento,
Dando
socos a esta mistura, numa masseira.
Cozia-se
muito pão de milho, broa
Por
este cereal ser mais cultivado.
A
quantidade era de quinze a vinte pães,
Como
maior ou menor fosse o agregado.
Isto
dava para uma ou duas semanas
E,
se entretanto, o pão acabasse
Pediam
um ou dois aos vizinhos.
E,
devolviam a quem lhos emprestasse.
O
forno era, normalmente aquecido
Com
ramos de estevas ou pinheiro
Logo
que estivesse boa a temperatura
Teriam
de limpar a cinza primeiro.
Para
separar as cascas do grão
A
farinha, sempre peneiravam
E,
o farelo era misturado na comida
Que
aos porcos e galinhas davam.
quinta-feira, 28 de março de 2013
MULHER MODERNA
| Transmitido por: Elvira de Jesus Utente da Misericórdia de Cardigos |
MULHER MODERNA
Como
os homens são ternos!
E,
nesses lares modernos,
A
mulher é quem costuma lá mandar.
Ele
é um pau mandado,
Eu
vou-lhe já mostrar,
Como
é bela esta vida de casado.
Se
vocês vissem
O
marido da vizinha,
Lava
a louça,
Trata
a casa
E
também cuida da cozinha!
Quem
foi que disse
Que
a mulher é coisa fraca?
Ai
é, pois sim,
Isso
era dantes!
Mas
há coisas mais modernas.
Eu,
agora coso as meias
E
ela faz a barba às pernas.
Como
tudo isto mudou
E
a mulher se transformou!
Ela
agora vai para a rua,
Tem
emprego!
Ele
fica em casa,
Qual
borrego!
A
fazer o que ela dantes lá fazia.
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