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domingo, 28 de abril de 2019

CARTA DE UMA PROFESSORA SOBRE O PASSADO EM CONFRONTO COM A ATUALIDADE





























CARTA DE UMA PROFESSORA DO ENSINO PRIMÁRIO

Quando os meninos me pediam "papel macio pró cu e roupa boa prá gente" ...
Um dos textos que mais me custou a escrever e por isso tem mais lágrimas do que palavras.

Estávamos ainda no século XX, no longínquo ano de 1968, quando a vida me deu oportunidade de cumprir um dos meus sonhos: ser professora.

Dei comigo numa escola masculina, ali muito pertinho do rio Douro, na primeira freguesia de Penafiel, no lugar dr Rio Mau.
Era tão longe, da minha Rua do Bonfim, não podia vir para casa no final do dia, não tinha a minha gente, e eu era uma menina da cidade com algum mimo, muitas rosas na alma, e tinha apenas 18 anos.

Nada me fazia pensar que tanta esperança e tanta alegria me trariam tanta vida e tantas lágrimas.

Os meninos afinal eram homens com calos nas mãos, pés descalços e um pedaço de broa no bolso das calças remendadas.
As meninas eram  mulheres de tranças feitas ao domingo de manhã antes da missa, de saias de cotim, braços cansados de dar colo aos irmãos mais novos, e de rodilha na cabeça  para aguentar o peso dos alguidares de roupa para lavar no rio ou dos molhos de erva para alimentar o gado.

As mães eram mulheres sobretudo boas parideiras, gente que trabalhava de sol a sol e esperava a sorte de alguém levar uma das suas cachopas para a cidade, "servir" para casa de gente de posses.
Seria menos uma malga de caldo para encher e uns tostões que chegavam pelo correio, no final de cada mês.

Os homens eram mineiros no Pejão, traziam horas de sono por cumprir, serviam - se da mulher pela madrugada, mesmo que fosse ao lado das vacas enquanto os filhos dormiam (quatro em cada enxerga), cultivavam as leiras que tinham ao redor da casa , ou perto do rio e nos dias de invernia, entre um jogo de sueca e duas malgas de vinho que na venda fiavam até receberem a féria, conseguiram dar ao seu dia mais que as 24 horas que realmente ele tinha. Filhos eram coisas de mães e quando corriam para o torto era o cinto das calças do pai que "inducava" ... e a mãe também  "provava da isca" para não dizer amém com eles...

E os filhos faziam-se gente.

E era uma festa quando começavam a ler as letras gordas dum velho pedaço de jornal pendurado no prego da cagadeira da casa...o menino já lia...ai que ele é tão fino...se Deus quiser, vai ser um homem e ter uma profissão!

Ai como a escola e a professora eram coisas tão importantes!

A escola que ia até aos mais remotos lugares, ao encontro das crianças que afinal até nem tinham nascido crianças...eram apenas mais braços para trabalhar, mais futuro para os pais em fim de vida, mais gente para desbravar os socalcos do Douro, mais vozes para cantar em tempo de colheitas.

E os meninos ensinaram-me a ser gente, a lutar por eles, a amanhar a lampreia, a grelhar o sável nas pedras do rio aquecidas pelas brasas, a rir de pequenas coisas, a sonhar com um país diferente, a saber que ler e escrever e pensar não é coisa para ricos mas para todos, para todos.

E por lá vivi e cresci durante três anos e por lá fiz amigos e por lá semeei algumas flores que trazia na alma inquieta de jovem que julgava conseguir fazer um mundo menos desigual. E foi o padre António Augusto Vasconcelos, de Rio Mau, Sebolido, Penafiel, que me foi casar ao mosteiro de Leça do Balio no ano de 1971 e aí me entregou um envelope com mil oitocentos e três escudos (o meu ordenado mensal) como prenda de casamento conseguida entre todos os meus alunos mais as colegas da escola mais as senhoras da Casa do Outeiro. E foi na igreja de Sebolido que batizou o meu filho, no dia 1 de Janeiro de 1973.

E é deste povo que tenho saudades.
O povo que lutou sem armas, que voou sem asas, que escreveu páginas de Portugal sem saber as letras do seu próprio nome.

Hoje o povo navega na internet, sabe a marca e os preços dos carros topo de gama, sabe os nomes de quem nos saqueia a vida  e suga o sangue, mas é neles que vai votando enquanto espera de um milagre de Fátima,, duns trocos que os velhos guardaram, do dia das eleições para ir passear e comer foro, de saber se o jogador de futebol se zangou com a gaja que tinha comprado com os seus milhões, e claro de ver um filmezito escaldante para aquecer a sua relação que estava há tempos no congelador.

As escolas fecharam-se, os professores foram quase todos trocados por gente que vende aulas aqui, ali e acolá, os papás são todos doutores da mula russa e sabem todas as técnicas de educação mas deseducam os seus génios, os pequenos/grandes ditadores que até são seus filhinhos e o país tornou-se um fabuloso manicómio onde os finórios são felizes e os burros comem palha e esperam pelo dia do abate

Sabem que mais?!
Ainda vejo as letras enormes escritaros no quadro preto da escola masculina, ao final da tarde de sábado, por moços de doze e treze anos com estes dois pedidos que me faziam: "Professora vá devagar que a estrada é ruim, e não se esqueça de trazer na segunda feira, papel macio pró cu e roupa boa dos seus sobrinhos prá gente".

Esta gente foi a gente com quem me fiz gente.

Hoje, não há gente...é tudo transgénico.

O povo adormeceu à sombra do muro da eira que construiu mas os senhores do mundo, estão acordadinhos e atentos, escarrapachados nos seus solários "badalhocamente" ricos e extraordinariamente felizes porque reinventaram novos escravos.

Dizem que "já estamos no século XXI"...





MEMÓRIAS DA MINHA INFÂNCIA - DESFOLHADAS




O TRABALHO DO MILHO NA MINHA ALDEIA

Antigamente, os aldeãos cultivavam o milho nas hortas, 
Era um trabalho muito árduo, desde a preparação do terreno, sementeira, rega, com processos rudimentares, como seja o uso de uma picota para tirar água com um balde que levavam ao poço e puxavam para um reservatório, a fim de a encaminhar para o terreno, onde o milhareiro a recebia, com alegria para não morrer de secura.
Seguiu - se o processo da nora, que era um engenho puxado, normalmente, por um burro, andando à volta da nora para puxar água do poço, através de alcatruzes, que encaminham a água para a rega do milho, através de regos, que têm que ser calcados para a água não se perder. 
Eu e o meu irmão, em tempo de férias, Agosto, descalços, fazíamos esse trabalho, de que muito gostávamos.
faziam - se tranços nos regos, na horizontal e, dos tranços, a água ia para leiras.
Agora o pouco milho que ainda se cultiva é regado com mangueira ou mesmo só esperando a água da chuva.
Claro que já existem as regas artificiais que facilitaram muito o trabalho de outros tempos.
Quando o milho ainda não estava bem maduro tirávamos algumas maçarocas para grelhar e comer com manteiga.
Quando já estava maduro tirava-se a extremidade, chamada bandeira, que se utilizava para feno dos animais,
A seguir apanhavam - se as espigas do milho e levavam - se para as eiras, fazendo um monte, colocando na base, escondidas, melancias.
Aos serões juntavam-se as pessoas da aldeia para ajudarem a desfolhar as espigas do milho, tirando as folhas ou camisa.
Era uma alegria neste trabalho de convívio, cantando e conversando.
Sempre que saía uma espiga de milho preto, os rapazes iam dar abraços às meninas do grupo.
Ao acabarem o trabalho comiam-se as melancias, continuando o convívio.
Nos outros dias íamos para outras desfolhadas de outros vizinhos.
As espigas de milho, depois, eram malhadas, na eira, com moeiras ou manguais, pelos homens e as mulheres cozinhavam para todos.
Mais tarde quando as folhas do milho estavam bem secas, cortavam-se às tirinhas para pôr, no enchimento dos colchões. Também se utilizavam para alimentar os animais.
Os  grãos do milho eram levados para moinhos, movidos a vento ou a água, afim de serem moídos e transformados em farinha para o pão ou  papas.
Os moinhos na ribeira eram comunitários e cada um moía de sua vez.
Os fornos onde se cozia o pão eram também comunitários, cozendo cada um de sua vez. se, entretanto acabasse o pão pediam um emprestado a quem acabasse de cozer e depois devolvia.
Nunca esquecerei esta minha memória de belos tempos, na minha aldeia que é Chaveira de Cardigos, Mação, Santarém.



Gracinda Tavares Dias

sábado, 27 de abril de 2019

BOLO TRADICIONAL DE IOGURTE

BOLO TRADICIONAL DE IOGURTE

INGREDIENTES:

6 ovos
3 copos de iogurte de açúcar
3 copos de iogurte de farinha
1 iogurte
uma copo de iogurte, mal cheio de óleo

MODO DE FAZER

Bater muito bem o açúcar com os ovos, misturar o óleo e o iogurte e continuar a bater.
Por fim deita.se a farinha com uma um pouco de fermento, se a farinha não tiver.
Forno pré aquecido e mantido a 180 graus, durante 45 minutos mais ou menos

Feito por Gracinda Tavares Dias
27/04/2019

A ÁRVORE DE ESTIMAÇÃO DA ANTIGA ESCOLA PRIMÁRIA DE CHAVEIRA, CHAVEIRINHA E SÃO BENTO

 
A árvore da antiga escola primária de Chaveira, Chaveirinha e São Bento estava já a estragar o edifício devido aos seus grandes ramos estarem em cima do telhado.
Deste modo havia quem quisesse destruir a árvore, mas chegou-se à conclusão que era preferível desramá-la.
Assim, o Vice - Presidente do Município de Mação, Engenheiro António Louro resolveu convocar a Proteção Civil para realizar o trabalho.
Como ainda tinha ficado um grande ramo em cima do telhado seria necessário desramar mais um pouco a árvore.
Tivemos a sorte de um madeireiro, que é morador e amigo da escola e dos melhoramentos da nossa aldeia finalizar o trabalho, na melhor perfeição.
Muito obrigada ao Município de Mação e a este nosso amigo Fernando.
Agora até temos lenha para a lareira e salamandra de aquecimento central da escola, sem ter que comprar.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

A MINHA EXCURSÃO À HOLANDA




PLANEAMENTO DA MINHA EXCURSÃO A AMESTERDÃO E HAIA


Amesterdão 13h05: Chegada do grupo com o voo TP 674 de Lisboa. Encontro com o guia no ponto de
encontro (na frente do Burger King) no saguão de desembarque. O guia carrega uma placa com o nome
do grupo: EXOTICA TOUR
O guia é responsável por levar o grupo ao autocarro.
2:00 pm Partida para o centro.
14h45 Almoço
16h15 Breve visita da cidade de Amsterdã de autocarro, capital dos Países Baixos. Famosa por sua
extensa rede de canais, suas casas altas e estreitas, seu porto e seus museus.
17h00 Fim dos serviços do guia e traslado ao hotel
Almere 18h00 Chegada ao hotel e fim do serviço do motorista.
20h30 Jantar de três pratos (excluindo bebidas)

Dia 2, quinta-feira, 02 de maio de 2019 (dia sem guia)
Pequeno-almoço
09h15 Encontro com o motorista em frente ao hotel e traslado para Amsterdão.
Amsterdão 10h30 Visita ao RIJKSMUSEU. O museu permite no máximo 15 pessoas por guia. Como
alternativa, o guia pode dar uma introdução sobre a vida e o trabalho de Vincent e distribuir os guias do
museu.
12h00 caminho em direção ao cais (950 metros).
12h45 Cruzeiro ao longo dos canais da cidade de Amesterdão é uma aventura que vai levar suas 1000
pontes e 100 canais, é a melhor maneira de ver as mansões dos patrícios e adegas construídas nos
séculos 16 e 17.

2:00 pm Partida para o restaurante (800 metros a pé do cais).
2:30 pm Almoço de três pratos no restaurante local (bebidas excluídas.
16h00 Tarde livre.
20h00 Jantar de três pratos na cidade.
21h30 Encontro com o guia local no restaurante para um mini tour de Amsterdão à noite.
22h30 Transfer para o hotel e fim dos serviços do guia
Almere 23h30 Chegada ao hotel e fim dos serviços do motorista.
Alojamento no hotel.

Dia 3, sexta-feira, 03 de maio de 2019
Pequeno almoço
09h30 Transporte para Katwoude.
10h00 Encontro com o guia da estação Amsterdam Sloterdijk.
Katwoude 10h30 Visita de uma típica fazenda holandesa onde o queijo ainda é produzido
tradicionalmente. Você pode saborear o delicioso queijo Edam e Gouda fresco da fazenda.
11h30 Partida para Volendam
Volendam 12h00 Chegada e visita da vila de pescadores Volendam a pé, famosa pela beleza de seus
trajes folclóricos. Os tamancos usados ​​por muitos de seus habitantes são lembretes de séculos
anteriores, quando a Holanda vivia principalmente da pesca e da agricultura. Suas casas no antigo porto
não mudaram. Especialidades: arenque cru e enguia defumada.
13h00 Continuação para Marken.
Marken 13h30 Almoço de três pratos em restaurante local (bebidas não incluídas).
15:00 Visita da península de Marken. Separado do continente por uma tempestade, Marken foi isolado
até 1957, quando um dique de 2,5 quilômetros foi construído. Manteve a sua comunidade protestante e
o seu povo continua a viver em casas de cores vivas, construídas em varas para resistir melhor à força
das ondas. A população continua se vestindo em seus trajes tradicionais. A cidade é pedestre.
16h30 Partida para Almere e fim dos serviços do guia.
Almere 17h30 Chegada ao hotel e fim dos serviços do motorista.
20h30 Jantar de três pratos (excluindo bebidas).
Alojamento no hotel.

Dia 4, sábado 04 de maio de 2019 (guia matinal)
Pequeno-almoço
09h00 Encontro com o autocarro em frente ao hotel.
09h30 Transfer para a Haia. Encontro com o guia do aeroporto de Schiphol.
Haia 10h15 Visita da cidade de Haia, sede do governo e centro diplomático. Podemos ver o Pátio
Externo e no átrio interior, o centro político dos Países Baixos, a Voorhout Lange com os seus edifícios
residenciais, Lago do Tribunal, a rua Noordeinde com as suas muitas lojas de antiguidades, o Tribunal
Internacional de Justiça (Palácio da Paz ) e a sua elegante estância balnear de Scheveningen.
11.15h Visita de Madurodam, uma pequena aldeia da Holanda e suas cidades, onde você pode admirar
muitos monumentos conhecidos e desconhecidos de toda a Holanda. Edifícios como o Palácio da Paz, o
mercado de queijo em Alkmaar, e também os moinhos e campos de bulbos, foram reproduzidos com
precisão em uma escala de 1:25.
13h00 Almoço de três pratos em restaurante local (bebidas excluídas). Fim dos serviços do guia.

2:30 pm Partida para Keukenhof.
Lisse 15h30 Chegada e visita Keukenhof é o mais belo parque de primavera do mundo! Este parque
floral tem 32 hectares repletos de tulipas, jacintos, narcisos e muitas outras flores em plena floração. É
um lugar onde a primavera experimenta uma espetacular explosão de cores! O parque está aberto do
final de março a meados de maio.
17h00 Fim dos serviços do guia e saída para o hotel.
18:00 Chegada ao hotel e fim dos serviços do motorista.
Almere 20h30 Jantar de três pratos (excluindo bebidas).
Alojamento

Dia 5, domingo 05 de maio de 2019 (dia sem guia local)
Pequeno-almoço
08h15 transfere para o Museu de Anne Frank.
Amsterdão 09h30: Visita à Casa de Anne Frank, sua antiga casa onde ela se escondeu e onde escreveu
seu famoso diário. A casa tornou-se um museu em 1960 e os visitantes podem encontrar documentos,
cartas e objetos originais que pertenciam a Anne Frank e a outras pessoas que se esconderam durante a
Segunda Guerra Mundial.
BILHETES CONFIRMADOS / RESERVADOS
11h00 Visita a Madame Tussauds.
13h00 Almoço (3 pratos).
2:30 pm Tempo livre para fazer as últimas compras.
16:00 h. Partida para o aeroporto.
17h00 Chegada ao aeroporto. TP671 às 19:45 com destino a Lisboa.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

CONCEITOS DE GUERRA E PAZ

“A história se repete. Esse é um dos horrores da História.”
CHARLES ROBERT DARWIN
“Construímos muros demais e pontes de menos.”
SIR ISAAC NEWTON
“O coração humano, tal como a civilização moderna o modelou, está mais inclinado para o ódio do que para a fraternidade.”
BERTRAND RUSSELL
“Se bombas nucleares forem adicionadas como novas armas aos arsenais de um mundo em guerra, ou aos arsenais de nações preparando-se para a guerra, então chegará o dia em que o mundo amaldiçoará os nomes de Los Alamos e Hiroshima. Os povos deste mundo têm de se unir, ou perecerão.”
JULIUS ROBERT OPPENHEIMER
“A violência é o último recurso do incompetente.”
ISAAC ASIMOV
“Gravem-se os benefícios no bronze e as injúrias no ar.”
GALILEU GALILEI
“Guerra é uma serie de catástrofes que resulta numa vitória.”
GEORGES BENJAMIN CLEMENCEAU
“A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento.”
ALBERT EINSTEIN
“Pode ter algo mais ridículo do que a pretensão de que um homem tenha direito a matar-me porque habita o outro lado do rio e seu príncipe tem uma diferença com o meu ainda que eu não a tenha com ele?”
BLAISE PASCAL
“Jamais houve uma guerra boa ou uma paz má.”
BENJAMIN FRANKLIN
“A guerra é a coisa mais desprezível que existe. Prefiro deixar-me assassinar a participar dessa ignomínia.”
ALBERT EINSTEIN
“Se a paz não puder ser mantida com honra deixa de ser paz.”

BOLO DE AMÊNDOA

                                           

                                                  RECEITA DO BOLO DE AMÊNDOA

INGREDIENTES:

6 ovos
2 chávenas almoçadeiras de açúcar
2 chávenas almoçadeiras de farinha
1 chávena mal cheia de óleo
1 chávena mal cheia de leite
1 colher de chá de fermento
1 chávena de amêndoa moída, com casca

PREPARAÇÃO:

Bata muito bem o açúcar com os ovos.
Acrescente o óleo e o leite e continue a bater.
Por fim deite a farinha, o fermento e a amêndoa

Forma untada e enfarinhada.

Forno pré aquecido e a 180 graus durante 45 minutos, mais ou menos



O bolo foi cofecionado por:

Gracinda Tavares Dias

Em 18 de Abril de 2019





AMIZADE

AMIZADE



Amizade 

Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida
mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu
coração.

Para lidar consigo mesmo, use a cabeça,
para lidar como os outros, use o coração,
raiva é a única palavra de perigo.

Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele;
Se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.

Quem perde dinheiro, perde muito,
Quem perde um amigo, perde mais.
Quem perde a fé, perde tudo.

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer
todos os erros.

Amigos você e eu...
Você trouxe outro amigo...
Agora somos três...
Nós começamos um grupo...

Nosso círculo de amigos...
E como um círculo,
não tem começo nem fim...

Ontem é história:
Amanhã é mistério,
Hoje uma dádiva,

É por isso que é chamado presente...

A VERDADEIRA AMIZADE



















A VERDEIRA AMIZADEA verdadeira amizade é como a saúde: o seu valor só é reconhecido quando a perdemos.

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar ao amigo de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.

A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.

O nosso verdadeiro amigo é aquele que não nos desculpa nada e nos perdoa tudo.

Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.

Somente nas infelicidades é possível conhecer os verdadeiros amigos,

FLORES DA SUÉCIA E NORUEGA, EM 2019


segunda-feira, 15 de abril de 2019

LONDRES, CIDADE DE SONHO, QUE VISITEI COM A MINHA FILHA E NETA, EM FEVEREIRO DE 2019

Londres é a capital do Reino Unido e uma das cidades mais importantes do mundo. Localizada às margens do rio Tamisa, destaca-se pela sua histõria rica, cultura diversa e influência global.
Fundada pelos romanos, Londres cresceu ao longo dos séculos e hoje é um grande centro financeiro, político e cultural.
A cidade abriga pontos famosos, como o Big Ben, o Palácio de Buckingham e a Tower Bridge.
Além disso, Londres é conhectda pelos seus museus, teatros e pela mistura de tradições histõricas com modernidade, sendo um dos destinos turísticos mais visitados do mundo.
Já tive o prazer de visitar por duas vezes, apreciando os lugares mencionados no texto e outros, como o gradioso Jardim Zoológico, o Ryde Parck, etc.
Assisti ao famoso espetáculo «Fantasma da Ópera»

























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